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domingo, 21 de julho de 2013

Amsterdã Blues

Amsterdã Blues, obra que marca o início da carreira do holandês Arnon Grunberg como escritor, é traduzido diretamente do holandês, tornou-se imediatamente um best-seller com a venda de 70 mil exemplares na Holanda, em 1994, quando o autor tinha apenas 22 anos.
Com narrativa ágil e linguagem contemporânea, Amsterdam Blues é uma novela picaresca em que situações trágicas são retratadas com humor. O protagonista Arnon Grunberg – que tem o mesmo nome do autor – é um jovem de origem judaica que passa seus dias em bares, gasta suas economias com prostitutas e tem de lidar com seu primeiro amor e, ao mesmo tempo, com o pai doente que, preso a uma cadeira de rodas, insulta a enfermeira.
A partir da metade desta história com tantos elementos autobiográficos, contada pelo seu autor em bares e em cartas para amigos, antes de ser publicada, esperamos que Arnon se emende, tenha algum tipo de alegria e siga adiante com a vida. Em vez disso, ele permanece ensimesmado do começo ao fim, criando um retrato estático de uma Amsterdã anônima.
 

Amsterdã Blues foi um livro que me interessei unicamente pelo título, que traz consigo o nome de uma cidade maravilhosa, e que eu sonho com o dia em que poderei conhecê-la. E assim, sem ler sinopse nem nada, eu iniciei uma leitura conturbada e um tanto frustrante e, com um pouco de esforço, consegui chegar às últimas páginas para dizer que foi uma experiência decepcionante.

O livro tem algumas características que me agradaram, portanto não foi todo decepção, mas a questão é que o autor apela bastante por uma linguagem xucra, um tanto trágica e cínica. Eu gosto de literatura  tragicômica, não dá para negar, mas, com exceção de algumas partes, o livro tornou-se um tanto parado, chato, e que interferiu bastante no enredo.

Arnon Grunberg é autor/personagem e conta em seu livro as mais absurdas experiências de sua juventude, desde sua frustrada infância com sua família judaica à conturbada e badalada maioridade. O personagem, expulso da escola, procura satisfazer a sua pacata vida se aventurado pelas noites de uma Amsterdã anônima. A sua situação não muda quase nada, do começo ao fim da história, permanecendo sempre na mesmice de uma vida trágica e pitoresca, dando à Amsterdã um caráter estático e desprezível.

Para você que sempre aguarda um final feliz e gosta de se surpreender com uma história, Amsterdã Blues não é uma obra nem de longe indicada, pois não se encaixa nessas características. Pelo contrário, é um livro que não procura atender às expectativas do leitor, que faz piada com a tragédia, e que, concomitantemente, nos deixa um novo significado para a maioridade e o amadurecimento.




domingo, 30 de junho de 2013

4 de Julho


Oi gente?! Como vocês passaram de feriado? Eu sei, eu sei... Faz tempo que não tem resenha né?! Mas felizmente vim falar de um livro que gostei bastante e que, na verdade, já esperava muito dele. Trata-se de 4 de Julho, o mais aclamado livro do autor norte-americano de suspenses policiais, James Patterson. 

Lindsay Boxer é uma policial exemplar. Chefe do Departamento de Homicídios da Polícia de São Francisco, a tenente recebeu várias medalhas e menções honrosas durante seus 10 anos de serviço. Ao fim de um cansativo dia de trabalho, Lindsay se encontra com Claire Washburn e Cindy Thomas num bar. As três amigas compõem o Clube das Mulheres contra o Crime, grupo que tenta solucionar os casos ocorridos na cidade. Após alguns drinques, a tenente recebe uma ligação do inspetor Warren Jacobi. Ele acaba de localizar um veículo suspeito, visto na cena de um crime. Em poucos minutos Lindsay está no carro de Jacobi, cruzando a cidade na cola de um Mercedes preto. Depois de uma longa perseguição, a abordagem policial acaba fugindo do controle. Os dois adolescentes que estavam no carro reagem, descarregando suas armas contra a dupla de policiais. A tenente atira em legítima defesa, mas o resultado é uma menina morta e um garoto tetraplégico. Lindsay é acusada, entre outras coisas, de má conduta profissional e se vê num lugar que nunca imaginaria ocupar: o banco dos réus. Será o fim do Clube das Mulheres contra o Crime? A jovem advogada Yuki Castellano conseguirá provar a inocência da tenente? Enquanto aguarda o julgamento, Lindsay decide passar uma temporada em Half Moon Bay. Mas a pacata cidade vem sendo palco de crimes brutais e a polícia parece não fazer nada. Mesmo de licença e fora de sua jurisdição, a tenente resolve investigar os assassinatos, com a ajuda de Claire e Cindy. Para sua surpresa, ela encontra ligações entre aquelas mortes e um caso ocorrido 10 anos antes, que ainda é uma mancha em sua carreira. O Clube das Mulheres contra o Crime é uma das melhores séries de suspense de todos os tempos. Escrito de maneira ágil e envolvente, 4 de Julho comprova por que os livros de James Patterson sempre chegam ao topo das listas de mais vendidos nos países onde são publicados. 
                              
Não vou falar muito sobre a minha opinião, porque basicamente o livro é o que vocês leram na sinopse. O que posso afirmar é que, sem dúvidas, adorei toda a história e, claro, a sua surpreendente conclusão, digna de tantos fãs e de tantos exemplares de livros vendidos em todo o mundo. O que mais prendeu a minha atenção no livro foi a acessibilidade e desenvoltura da escrita de Patterson, é um livro aparentemente simples, mas que tem muito a revelar. Além de ser basicamente uma investigação criminal, a história vai muito além, abrangendo temas como a vingança, a justiça e as emoções humanas. O livro é o primeiro da série O Clube das Mulheres contra o crime e devo admitir que é também o primeiro livro do autor que já li, mas não pensem que li o primeiro, gostei, e parou por aí, pois já estou com todos os outros livros da série, apenas esperando a hora certa pra "devorá-los". E vocês? Alguém ai já conhecia James Patterson?

James Patterson deixa recado para fãs brasileiros: http://www.youtube.com/watch?v=DykDaaNuqOM


Leia trecho do livro e mais informações:
  


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Capitães da Areia



"Clássico absoluto dos livros sobre a infância abandonada, Capitães da Areia assombrou e encantou gerações de leitores e permanece hoje tão atual quanto na época em que foi escrito. A história crua, comovente, dos meninos que moram num trapiche abandonado e vivem de pequenos furtos e golpes causou impacto desde o lançamento, em 1937, quando a polícia do Estado Novo apreendeu e queimou inúmeros exemplares do livro. Longe de manifestar piedade por suas pequenas criaturas, Jorge Amado as retrata como seres dotados de energia, inteligência e vontade, ainda que cercados pelas condições sociais hostis em que estão inseridos. Com sua prosa repleta de verve e humor, o escritor baiano nos torna íntimos de cada um desses personagens e nos contagia com sua obstinada gana de viver."

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Meninos. Crianças abandonadas, entre oito e dezesseis anos que moram num velho trapiche no cais de Salvador, a "cidade da Bahia". O que mais me comoveu nesse livro foi a vida dos meninos de rua, não só a dos Capitãs da Areia, mas a situação de todos os meninos de rua de todas as gerações, o livro abrange uma temática universal e bastante atual. Jorge Amado presenciou de perto a situação dos meninos de rua para desenvolver esse incrível livro, foi dormir em um trapiche, contribuindo para a riqueza de detalhes e veracidade presentes na história.
Além do mais, a história, muito comovente por sinal, é realística e deixa explícita uma mensagem ideológica, sobretudo no desfecho, de questão social "pobre x rico" e a profunda diferença entre essas duas classes. A luta de classes. E não é a toa que os meninos do cais de Salvador, "sem pai, sem mãe, sem mestre", são o símbolo da marginalização e exclusão social.
Essa crianças além de sofrerem sérios preconceitos pela classe dominante, inclusive a indiferença das autoridades, carecem de amor, ternura e carinho, que somente serão proporcionadas por uma família. O autor enfatiza o sentido melodramático de pureza infantil. Para encobrir essa sede por atenção, essas crianças buscam de várias maneiras, sendo através do roubo, da pederastia ou da religiosidade "fugir" da realidade selvagem.
A violência é retratada como o meio que os pequenos marginais encontram para sobreviver, e com tanta brutalidade e realidade, Jorge Amado dá a história um fundo de reflexão para que nós, classe média, possamos tomar uma posição quanto a indiferença da sociedade, opressiva, em relação àqueles que vivem à margem da violência, do desafeto e que muitas vezes não têm a oportunidade de realizar seus menores sonhos, mas simplesmente tidos como marginais.

É impossível não rir, se chocar e se emocionar ao mesmo tempo com a história dos Capitães da Areia e seu líder Pedro Bala. Um livro que me pegou de surpresa, porque eu realmente não esperava que ele tivesse tamanho impacto no meu modo de pensar e de ver as crianças de rua sobre outro ângulo. Um livro que merece ser lido por qualquer pessoa que não aceita a realidade das crianças de rua e que anseia por igualdade e uma realidade melhor.



sexta-feira, 31 de maio de 2013

Inferno, de Dan Brown

Quem é fã de Dan Brown levanta a mão! Eu!!! E não é à toa que venho vos falar sobre o novo lançamento da Editora Arqueiro, um livro nada mais, nada menos, desse autor espetacular, que cujo nome é Inferno. 
No meio da noite, o renomado simbologista Robert Langdon acorda de um pesadelo, num hospital. Desorientado e com um ferimento à bala na cabeça, ele não tem a menor ideia de como foi parar ali.
Ao olhar pela janela e reconhecer a silhueta do Palazzo Vecchio, em Florença, Langdon tem um choque. Ele nem se lembra de ter deixado os Estados Unidos. Na verdade, não tem nenhuma recordação das últimas 36 horas.
Quando um novo atentado contra a sua vida acontece dentro do hospital, Langdon se vê obrigado a fugir e, para isso, conta apenas com a ajuda da jovem médica Sienna Brooks.
De posse de um macabro objeto que Sienna encontrou no paletó de Langdon, os dois têm que seguir uma série inquietante de códigos criada por uma mente brilhante, obcecada tanto pelo fim do mundo quanto por uma das maiores obras-primas literárias de todos os tempos: A Divina Comédia, de Dante Alighieri.

Então, como vocês já devem ter percebido, o livro é uma aventura inspirada no romance de Dante Alighieri, A Divina Comédia, um clássico e complexo livro que sempre fez sucesso e gerou muitas críticas e, claro, não poderia passar despercebido por Dan Brown e seu aclamado professor fictício Robert Langdon.
Ainda não li o livro, mas o que posso dizer à vocês é que pela grande tiragem inicial de exemplares no Brasil e apenas pela sinopse, é evidente que o livro segue o mesmo caminho de sucesso das outras obras do autor.
A capa é maravilhosa, simplesmente adorei! Como sempre, entalhada por simbologia, atraindo bastante atenção. 


O livro foi lançado no dia 24  deste mês pela editora Arqueiro, com 448 páginas, custando inicialmente R$39,90.

















terça-feira, 28 de maio de 2013

Dá o play: Jake Bugg


Olá gente! Vim hoje falar de um cantor super fofo que está encantando os meus ouvidos, e é o Jake Bugg!

"Jake Bugg é um cantor e compositor britânico (pausa para suspiros) que assinou contrato com a Mercury Records e lançou seu álbum auto-intitulado "Jake Bugg" em 2012. Ele começou a tocar guitarra aos 12 anos, e se apresentou no Glastonbury Festival 2011, da BBC, aos 17 anos. Suas canções tem aparecido constantemente em várias listas de reprodução de rádio da BBC, e "Country Song", tem sido usada por um anúncio de cervejaria Greene King IPA. Ele tem como influências The Beatles, Jimi Hendrix, Oasis, Green Day, Arctic Monkeys e Bob Dylan. Seu álbum estreou na primeira posição da tabela de álbuns britânica, a UK Albums Chart . Depois desse feito, Jake ainda soltou piadinhas perigosas: " "Isso prova o meu ponto - as pessoas ainda querem ouvir músicas com violões e guitarras. É a minha missão manter aquelas merdas tipo X-Factor longe do topo." "



Bem gente, que me desculpem os fãs dos cantores que tiveram inicio do X-Factor e afins, mas dou bem mais valor a esses que iniciaram sozinhos, tipo o Bugg, acho que a Birdy também não teve inicio em reality-shows, a Taylor Swift. Mas não me xinguem! E agora, segue umas músicas do Jake, para vocês se apaixonarem!

                                         



Bem gente, espero que tenham gostado do post e me digam: já conheciam o Jake? De qual música gostam/gostaram mais? BEIJOS <3

domingo, 19 de maio de 2013

2 Séries de Matar!

Hey guys! Vocês devem saber que tenho uma queda pelo suspense, pela morte, pelo trágico e pela psicopatia (Não se assustem! Apenas como forma de estudo!), e não é surpresa que essas duas séries, nas quais vou falar,  tenham ganhado minha atenção. 


                   *NÃO contém spoilers. 
The Following  é uma série de televisão dramática norte-americana, criada por Kevin Williamson. Protagonizada por Kevin Bacon, estreou em 21 de janeiro de 2013 na Fox, também contando com James Purefoy, Shawn Ashmore e Natalie Zea no elenco. A série parte da premissa de um agente do FBI, Ryan Hardy, que investiga um criminoso que usa a tecnologia para criar uma rede de serial killers. Começou a ser exibida no Brasil a partir de 21 de fevereiro de 2013, pelo canal por assinatura Warner.



É uma série que equilibra o suspense, com investigação e romance. Sim, romance. Pode-se dizer que uma seita esotérica  é formada, tendo como líder o professor de literatura Joe Carrol, o principal antagonista e um poético assassino em série que criou um grupo de assassinos através da internet e de amistosas visitas de seus "seguidores" enquanto estava preso. Joe é um verdadeiro "fá" de Allan Poe e inspirado na "Arte da insanidade", transforma seus poemas em seu estilo assassino. Para escrever seu livro, Carrol conta com a ajuda de vários psicopatas anônimos e transforma o investigador da FBI, Ryan Hardy, em seu personagem principal.


O que mais posso dizer sobre The Following, além de que a série é espetacular? Seus personagens únicos, ajudam a transformar a estória no que, positivamente , é viciante. Cada episódio conta com um acontecimento, uma morte, um assassinato, muito bem ensaiado. Joe Carrol é o personagem mais paradoxal, além de Emma, Jacob, Paul que tornam tudo ainda mais feliz (haha). Até agora, só tem a primeira temporada completa (15 episódios), a segunda temporada está prevista para ano que vem. Para quem gosta de uma bom investigação, essa é a série certa!


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Hannibal é uma série americana de suspense, desenvolvida por Bryan Fuller para a NBC . A série é baseada nos personagens e elementos que aparecem no romance Dragão Vermelho de Thomas Harris e enfoca a relação de amizade entre o investigador especial da FBI Will Graham e Dr. Hannibal Lecter , um psiquiatra forense destinado a se tornar o inimigo mais astuto de Graham. A série recebeu uma ordem de 13 episódios para sua primeira temporada e, ao contrário da maioria dos programas de rede dos EUA, quaisquer futuras temporadas também contará com 13 episódios. David Slade executou, produziu e dirigiu o piloto. A série estreou na NBC em 04 de abril de 2013. Cada episódio tem o nome de um elemento da cozinha francesa . 

Só em ver as imagens do elenco, fica claro a qualidade da produção de Hannibal. A série, obviamente, é baseada no Dr. Hannibal Lecter, aquele canibal de Silêncio dos Inocentes que todo mundo já ouviu falar. Assim como os filmes de Hannibal, que, claro, ficaram para a história, a série também tem muito a oferecer. Não se iludam achando que este psicopata é comparável com Anthony Hopkins, porque não é. Na verdade eu até achei o novo Hannibal (Mads Mikkelsen) um pouco fraco para o personagem, mas vai me entender. Porém a série não deixa de ser maravilhosa, tão boa quanto The Following, mas cá entre nós, ainda é melhor. 
Will Graham, esse cara da imagem abaixo, é o detetive e personagem "chã" da série, porque ele possui um estilo próprio para investigar os assassinatos, ele se adequou muito bem ao papel e simplesmente me surpreendi com a sua atuação. 
A série não só envolve o canibalismo, mas toda uma análise comportamental, e como vocês podem deduzir, Hannibal é o doutor e Will é o paciente, e ele o ajudará a desvendar os mais complexos e assustadores assassinatos em série. 
Outra coisa que eu gostei muito foi o detalhismo presente em cada episódio, inclusive em seus títulos, cada nome fazendo referência a um prato francês, o que tem tudo haver dado ao paladar nada mais, nada menos, excêntrico do Dr. Hannibal.


   
Enfim, não deixem de assistir Hannibal! A série ainda está no oitavo episódio da primeira temporada, então ainda dá pra acompanhar tranquilamente. Tenho certeza que se você gostou de Silêncio dos Inocentes, também vai gostar dessa magnífica série.




Trailers:


The Following


Hannibal


terça-feira, 14 de maio de 2013

Estilo Megan Fox

Estava dando outra olhadinha em moda e estilos de famosas na internet, e várias matérias sobre o estilo da Megan Fox me chamaram atenção.
Além de linda e ter um corpaço, a atriz se veste super bem. Confiram!



O estilo de Megan é bastante básico no dia-a-dia e ela quase sempre opta por calças larquinhas que vêm acompanhadas por tênis ou Havaianas e na maioria das vezes chapéu.




 Além dessas, ela também adora shorts jeans curtinhos e calças jeans ! A atriz combina a peça com camisetas mais soltinhas, compondo looks descontraídos, mas sem perder o apelo sexy. Para deixar a produção mais fashion, Megan aposta nos modelos rasgadinhos. Sandálias de salto alto, anabela, botas e chapéus um dos acessórios preferidos dela!


 Em eventos geralmente suas escolhas giram em torno de vestidos que evidenciem seu corpo como mini e tomara-que-caia.

 Quando Megan opta por vestidos pretos, os modelos vêm cheios de aberturas e transparências estratégicas, que modernizam vestidos mais tradicionais. O tomara-que-caia liso é um clássico que sempre funciona.

No tapete vermelho, Megan Fox abusa de aberturas, decotes e fendas que deixam seu corpão em evidência. Para complementar o look sexy, saltos altos poderosos são perfeitos!





Espero que vocês gostem do estilo básico e sensual da Megan tanto quanto eu :)

domingo, 5 de maio de 2013

Somos tão jovens

Hoje decidi ir ao cinema com duas amigas e acabamos escolhendo o filme que entrou em cartaz na sexta feira (03/05), Somos Tão jovens.
 


O filme conta a história do antigo vocalista, compositor e fundador da banda Legião Urbana, Renato Manfredini Júnior, o Renato Russo, um garoto que depois de se mudar do Rio para Brasília em 1973, começou a sofre uma doença óssea rara, a epifisiólise, e após uma cirurgia ficou numa cadeira de rodas. Obrigado a ficar em casa e sendo tratado com morfina, o jovem começou a traçar seus planos de se tornar o maior roqueiro do Brasil, fundando, tempos depois, o grupo Aborto Elétrico, virando o "Trovador Solitário" e mais tarde, criando a banda Legião Urbana.

Apesar do filme não acompanhar toda a vida de Renato Russo, foca sua adolescência, seus problemas físicos e o descobrimento do gosto pela música. Confiram o trailer!


 

Além do filme ser ótimo, não poderia deixar de citar a trilha sonora contagiante, tão contagiante que fez o cinema cantar.

Ainda é cedo
 

Tempo Perdido
 

Quase sem querer
  

Sou bastante suspeita pra falar das músicas do Renato porque simplesmente adoro as letras. Enfim, espero que esse post faça vocês irem correndo pro cinema e aproveitar esse filme maravilhoso. Juro que sai do cinema com uma vontade enorme de viver. Um beijo.




terça-feira, 30 de abril de 2013

Anna Karenina - O Filme



Há alguns meses foi lançada a quinta adaptação para o cinema do romance do escritor russo Liev Tolstói, publicado entre 1873 e 1877. É uma das obras-primas do autor, ao lado de Guerra e Paz.
Anna Karenina é um filme fiel à realidade da época, com seu elenco bem escolhido (Keira Knightley, Jude Law, Aaron Taylor-Johnson), uma trilha sonora magnífica e um figurino de deixar qualquer um boquiaberto.


Sinopse
A trama gira em torno do caso extra-conjugal da personagem que dá título à obra, uma aristocrata da Rússia Czarista que, a despeito de parecer ter tudo (beleza, riqueza, popularidade e um filho amado), sente-se vazia até encontrar o impetuoso oficial Conde Vronski.
No decorrer da obra, também são tratadas questões importantes da vida no campo na Rússia da época, onde algumas personagens debatem a respeito das melhores maneiras de gerir suas propriedades de terras, bem como o tratamento com os camponeses, então chamados de mujiques.
Século XIX. Anna Karenina (Keira Knightley) é casada com Alexei Karenin (Jude Law), um rico funcionário do governo. Ao viajar para consolar a cunhada, que vive uma crise no casamento devido à infidelidade do marido, ela conhece o conde Vronsky (Aaron Johnson), que passa a cortejá-la. Apesar da atração que sente, Anna o repele e decide voltar para sua cidade. Entretanto, Vronsky a encontra na estação do trem, onde confessa seu amor. Anna resolve se separar de Karenin, só que o marido se recusa a lhe conceder o divórcio e ainda a impede de ver o filho deles.

O filme dirigido por Joe Wright e perfeitamente estrelado por Keira Knightley, que apareceu com trajes de época e muito bem produzida, interpretando a famosa Anna Karenina, mostra-se estritamente fiel a realidade da época, porém não foca tanto no contexto da Rússia Czarista como no romance proibido de Anna e o Conde Vronski, chegando a ser até mesmo melodramático e esse foi o grande "pecado" do enredo.
Anna aparece na maioria das cenas ou chorando, ou envolvendo-se sexualmente com seu amante. Pelo o que percebi o resultado nas telonas agradou aos espectadores, a mim nem tanto. O filme tinha tudo para ser magnífico: os atores certos, o figurino certo, uma ótima produção, porém uma falha inconcebível no enredo.
 Bom, ainda não tive a oportunidade de ler o romance, mas não tenho dúvidas quanto a sua ótima qualidade. Existem outras adaptações para o cinema, esta não é a primeira, porém percebi que é a mais detalhista e não é atoa que neste ano ganhou o Oscar de Melhor Figurino. Também foi indicado a Melhor Fotografia, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Direção de Arte.






Como podem perceber a direção foi prudente no figurino dos personagens e no quesito artístico.









"Há tantos romances como há corações"

Liev Tolstói

















Trailer:










quinta-feira, 18 de abril de 2013

Sex Songs pt II

Para quem não viu a pt I, aqui vai o link. Mas explicando a postagem para quem ainda não sabe, foi uma forma diferenciada de fazer post de indicação de músicas.

E aqui lá vai mais algumas músicas de minha lista de músicas sensuais.


 Theory Of A Deadman - All Or Nothing
Irei começar com uma música que acabei encontrando acidentalmente enquanto procurava outra. Achei a letra dela super linda, sem contar com a voz do vocalista super agradável que dá um clima todo romântico.

Fever Ray - Keep The Streets Empty For Me
Essa música é da trilha sonora do filme A garota da capa vermelha (no original Red Riding Hood). Se passa durante uma cena bastante intensa no filme . A música de forma geral é bastante excitante.

Snow Patrol – What it the storm ends
Outra música que encontrei de forma acidental. Ela é muito linda e intensa (acho que ficou claro o quanto eu curto intensidade). Indico muito!

Eminem – Space bound
Um cara que eu acho as músicas super excitantes é o Eminem. Provavelmente a raiva dele, a forma de cantar e o ritmo das músicas criem um clima bastante agressivo e intenso de uma forma ideal. Space Bound é a minha favorita.

Anberlin - Enjoy The Silence
E termino com uma música da trilha sonora da série O Diário do Vampiro (no original The Vampire Diares). A música por completo cria um clima romântico e sensual.

sábado, 13 de abril de 2013

Dica de moda: Estilo Miley Cyrus

Sempre admirei o estilo da Miley, principalmente o meio hippie e rock que ela costuma usar bastante. Então hoje eu resolvi dar uma olhadinha na internet e achei uma matéria da capricho que mostra os vários estilos dela de forma bem resumida.

A tendência cropped já se tornou marca registrada de Miley! Ela adora exibir sua barriguinha sarada tanto em red carpets (com top e saia baphônicos) quanto no dia a dia. Sexy!

Ela também entrou de cabeça na moda do comprimento mullet, que é usado, especialmente, em vestidos levinhos e perfeitos para arrasar nos tapetes vermelhos!

 Que tal exibir um decote poderoso? Miley mostra que um bom recorte em "v" no colo pode ser um ótimo truque para alongar a silhueta e ainda compôr uma produção incrível!

 Vestidos liiiiindos de cores neutras, cauda e mangas longas também fazem parte do guarda-roupa de red carpet de Miley Cyrus! <3

Ela também não se esquece das peças estampadas, caprichando na animal print de oncinha, leopardo, folhagem e floral. Linda!

 Quer uma calça que te deixa mais magra e alta? Faça como Miley e aposte nas modelagens flare e pantalona! A peça ainda ajuda a deminuir medidas do quadril e marcar a cintura.

 Antes da fase do cabelo curtinho, a diva gostava de aparecer em eventos mais formais com vestidos superjustos curtinhos ou na altura dos joelhos. O salto altíssimo acompanha esse tipo de look!

 Ela ainda investia bastante em vestidos mais girlie, cheio de babados na saia. Quanta diferença no estilo, mas perfeito como sempre!

 Na época do filme "A Última Música", Miley adorava abusar de vestidos de estilo boho-chic, mais soltinhos e com direito a franjas e botas country!

 Quando vivia a protagonista "Hannah Montana", a estrela aparecia em tapetes vermelhos quase sempre com vestidos curtos e com alguma dose de brilho. Fofa demais!

 Em eventos menos formais, o preto também faz parte do closet da diva, que começava aos poucos a mudar de estilo e adotar uma atitude mais rocker! Aqui, entram coturnos e t-shirts podrinhas.

 Antes da mudança drástica no cabelo, a peça preferida de Miley para o dia a dia era uma blusa com certa transparência. Ela aproveita para combiná-la com shorts de cintura alta e jeans boyfriend. Confortável e estilosa!

 Depois do corte, a estrela não dispensa seu coturno preto de jeito nenhum! Ele fica perfeito com shorts de renda (tendência!), saia de fenda ou shortinhos jeans.

Nos shows, Miley continua a adorar o preto! A cor curinga aparece em jeans rasgados, t-shirts, body, shorts, blusa de paetês, cinto, coturnos...

 No make, Miley também arrasa muito! Sua escolha preferida é "olho tudo, boca nada", com cílios postiços volumosos e batom clarinho. Mas é claro que ela não dispensa um batom vermelho clássico. Perfeita!

Espero que vocês gostem da indicação, e se quiserem aqui está o link do post original :).

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Jack: O Caçador de Gigantes



Sinopse: Feijões - que não devem ser molhados de forma alguma - são dados a um fazendeiro chamado Jack (Nicholas Hoult). Obviamente, isto acaba ocorrendo e surge, então, um enorme pé de feijão que vai dar em um mundo de gigantes. Em meio a tudo isso, a princesa Isabelle (Eleanor Tomlinson) é sequestrada pelos gigantes e Jack se unirá ao Rei (Ian McShane) numa cruzada para salvar a jovem.



Quem nunca, quando criança, se fascinava ao ouvir a história de João e o pé de feijão, imaginando como seria aquele mundo fantástico descoberto pelo menino, e os gigantes, os objetos mágicos, e tudo o mais? Sem dúvidas é um história muito legal, mas quando digo que a história foi quase perfeitamente adaptada  aos cinemas, e que o resultado foi muito legal, pode acreditar que realmente o filme de ação "Jack: O Caçador de Gigantes" é mais do que qualquer um poderia imaginar (existem aqueles que acharam a adaptação horrível, mas cada um com a sua opinião).
O filme está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil desde a semana passada(29 de março), e merecidamente já conquistou milhares de bilhetes vendidos. O filme estrelado por Nicholas Hoult (de Meu namorado é um zumbi), Eleanor Tomlinson e Ewan McGregor se destacou por  seus efeitos gráficos, também em 3D, porém rendeu muitas críticas negativas pelos expectadores, assim como positivas.
É notável para quem já assistiu ao filme, o abismo que existe entre o título e o enredo, dado que de caçador, Jack não tem nada, apesar de ter matado uns três gigantes. Os gigantes! Estes foram espetaculares, o detalhismo e realismo que os produtores do filme conseguiram embutir em cada um foi surreal, muito impressionante, eles foram o "tchã" do filme, que apesar do custo bastante elevado em sua produção:  US$ 189 milhões, não arrecadou o valor esperado, mesmo tendo uma grande audiência em todo o mundo.
O enredo de Jack: O caçador de gigantes, é bem diferente de João e o pé de feijão, a história é distorcida, criando elementos complementares que caíram bem, tendo, pra mim, um bom resultado. 
O filme é de ação, mas com um pouco de humor; a dublagem é horrível, portanto aconselho assisti-lo legendado; tem uma ótima produção, não sendo em vão o custo elevado; e acima de tudo, é bem diferente, tem um bom contexto e efeitos bem legais; portanto indico para quem ainda não o assistiu, ele é bem engraçado e nem um pouco monótono. Agora olhem essas imagens, extraídas de algumas cenas do filme:










trailer:

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