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domingo, 19 de maio de 2013

2 Séries de Matar!

Hey guys! Vocês devem saber que tenho uma queda pelo suspense, pela morte, pelo trágico e pela psicopatia (Não se assustem! Apenas como forma de estudo!), e não é surpresa que essas duas séries, nas quais vou falar,  tenham ganhado minha atenção. 


                   *NÃO contém spoilers. 
The Following  é uma série de televisão dramática norte-americana, criada por Kevin Williamson. Protagonizada por Kevin Bacon, estreou em 21 de janeiro de 2013 na Fox, também contando com James Purefoy, Shawn Ashmore e Natalie Zea no elenco. A série parte da premissa de um agente do FBI, Ryan Hardy, que investiga um criminoso que usa a tecnologia para criar uma rede de serial killers. Começou a ser exibida no Brasil a partir de 21 de fevereiro de 2013, pelo canal por assinatura Warner.



É uma série que equilibra o suspense, com investigação e romance. Sim, romance. Pode-se dizer que uma seita esotérica  é formada, tendo como líder o professor de literatura Joe Carrol, o principal antagonista e um poético assassino em série que criou um grupo de assassinos através da internet e de amistosas visitas de seus "seguidores" enquanto estava preso. Joe é um verdadeiro "fá" de Allan Poe e inspirado na "Arte da insanidade", transforma seus poemas em seu estilo assassino. Para escrever seu livro, Carrol conta com a ajuda de vários psicopatas anônimos e transforma o investigador da FBI, Ryan Hardy, em seu personagem principal.


O que mais posso dizer sobre The Following, além de que a série é espetacular? Seus personagens únicos, ajudam a transformar a estória no que, positivamente , é viciante. Cada episódio conta com um acontecimento, uma morte, um assassinato, muito bem ensaiado. Joe Carrol é o personagem mais paradoxal, além de Emma, Jacob, Paul que tornam tudo ainda mais feliz (haha). Até agora, só tem a primeira temporada completa (15 episódios), a segunda temporada está prevista para ano que vem. Para quem gosta de uma bom investigação, essa é a série certa!


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Hannibal é uma série americana de suspense, desenvolvida por Bryan Fuller para a NBC . A série é baseada nos personagens e elementos que aparecem no romance Dragão Vermelho de Thomas Harris e enfoca a relação de amizade entre o investigador especial da FBI Will Graham e Dr. Hannibal Lecter , um psiquiatra forense destinado a se tornar o inimigo mais astuto de Graham. A série recebeu uma ordem de 13 episódios para sua primeira temporada e, ao contrário da maioria dos programas de rede dos EUA, quaisquer futuras temporadas também contará com 13 episódios. David Slade executou, produziu e dirigiu o piloto. A série estreou na NBC em 04 de abril de 2013. Cada episódio tem o nome de um elemento da cozinha francesa . 

Só em ver as imagens do elenco, fica claro a qualidade da produção de Hannibal. A série, obviamente, é baseada no Dr. Hannibal Lecter, aquele canibal de Silêncio dos Inocentes que todo mundo já ouviu falar. Assim como os filmes de Hannibal, que, claro, ficaram para a história, a série também tem muito a oferecer. Não se iludam achando que este psicopata é comparável com Anthony Hopkins, porque não é. Na verdade eu até achei o novo Hannibal (Mads Mikkelsen) um pouco fraco para o personagem, mas vai me entender. Porém a série não deixa de ser maravilhosa, tão boa quanto The Following, mas cá entre nós, ainda é melhor. 
Will Graham, esse cara da imagem abaixo, é o detetive e personagem "chã" da série, porque ele possui um estilo próprio para investigar os assassinatos, ele se adequou muito bem ao papel e simplesmente me surpreendi com a sua atuação. 
A série não só envolve o canibalismo, mas toda uma análise comportamental, e como vocês podem deduzir, Hannibal é o doutor e Will é o paciente, e ele o ajudará a desvendar os mais complexos e assustadores assassinatos em série. 
Outra coisa que eu gostei muito foi o detalhismo presente em cada episódio, inclusive em seus títulos, cada nome fazendo referência a um prato francês, o que tem tudo haver dado ao paladar nada mais, nada menos, excêntrico do Dr. Hannibal.


   
Enfim, não deixem de assistir Hannibal! A série ainda está no oitavo episódio da primeira temporada, então ainda dá pra acompanhar tranquilamente. Tenho certeza que se você gostou de Silêncio dos Inocentes, também vai gostar dessa magnífica série.




Trailers:


The Following


Hannibal


terça-feira, 30 de abril de 2013

Anna Karenina - O Filme



Há alguns meses foi lançada a quinta adaptação para o cinema do romance do escritor russo Liev Tolstói, publicado entre 1873 e 1877. É uma das obras-primas do autor, ao lado de Guerra e Paz.
Anna Karenina é um filme fiel à realidade da época, com seu elenco bem escolhido (Keira Knightley, Jude Law, Aaron Taylor-Johnson), uma trilha sonora magnífica e um figurino de deixar qualquer um boquiaberto.


Sinopse
A trama gira em torno do caso extra-conjugal da personagem que dá título à obra, uma aristocrata da Rússia Czarista que, a despeito de parecer ter tudo (beleza, riqueza, popularidade e um filho amado), sente-se vazia até encontrar o impetuoso oficial Conde Vronski.
No decorrer da obra, também são tratadas questões importantes da vida no campo na Rússia da época, onde algumas personagens debatem a respeito das melhores maneiras de gerir suas propriedades de terras, bem como o tratamento com os camponeses, então chamados de mujiques.
Século XIX. Anna Karenina (Keira Knightley) é casada com Alexei Karenin (Jude Law), um rico funcionário do governo. Ao viajar para consolar a cunhada, que vive uma crise no casamento devido à infidelidade do marido, ela conhece o conde Vronsky (Aaron Johnson), que passa a cortejá-la. Apesar da atração que sente, Anna o repele e decide voltar para sua cidade. Entretanto, Vronsky a encontra na estação do trem, onde confessa seu amor. Anna resolve se separar de Karenin, só que o marido se recusa a lhe conceder o divórcio e ainda a impede de ver o filho deles.

O filme dirigido por Joe Wright e perfeitamente estrelado por Keira Knightley, que apareceu com trajes de época e muito bem produzida, interpretando a famosa Anna Karenina, mostra-se estritamente fiel a realidade da época, porém não foca tanto no contexto da Rússia Czarista como no romance proibido de Anna e o Conde Vronski, chegando a ser até mesmo melodramático e esse foi o grande "pecado" do enredo.
Anna aparece na maioria das cenas ou chorando, ou envolvendo-se sexualmente com seu amante. Pelo o que percebi o resultado nas telonas agradou aos espectadores, a mim nem tanto. O filme tinha tudo para ser magnífico: os atores certos, o figurino certo, uma ótima produção, porém uma falha inconcebível no enredo.
 Bom, ainda não tive a oportunidade de ler o romance, mas não tenho dúvidas quanto a sua ótima qualidade. Existem outras adaptações para o cinema, esta não é a primeira, porém percebi que é a mais detalhista e não é atoa que neste ano ganhou o Oscar de Melhor Figurino. Também foi indicado a Melhor Fotografia, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Direção de Arte.






Como podem perceber a direção foi prudente no figurino dos personagens e no quesito artístico.









"Há tantos romances como há corações"

Liev Tolstói

















Trailer:










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